História do Pastel no Brasil

O pastel é um “snack” tipicamente brasileiro, sendo derivado do tradicional rolinho primavera da culinária chinesa. Sua introdução se deu através de imigrantes chineses, que tiveram de adaptar-se às matérias-primas disponíveis no Brasil. Contudo, sua popularização na cultura do brasileiro, veio das mãos dos imigrantes japoneses que, por ocasião da II Guerra Mundial, abriram redes no intuito de se passarem por chineses, livrando-se, dessa forma, da discriminação que havia na época em razão da aliança entre alemães, italianos e japoneses.

Os princípios de manipulação e processamento de alimentos da culinária japonesa foram introduzidos nas redes que tornaram-se um grande negócio dentro da colônia. Os pastéis ganharam o gosto popular por serem produtos saborosos, de rápido consumo e principalmente baratos.

As pastelarias comercializam pastéis de diversos tipos e salgadinhos em geral, com acompanhamento de refrigerantes e caldo de cana.

Pela praticidade do negócio, fica opcional a venda de sucos naturais, tendo em vista que o cliente deseja fazer uma rápida refeição em tempo também muito escasso.
Mercado

O mercado de pastel tem uma enorme aceitação no Brasil, e ainda tende a crescer mais, em função do aumento de consumo na área de alimentação e pelos seus apelos (baixo custo, uma alternativa de almoço e uma excelente opção de acompanhamento nos momentos de happy hour).

Mas, se há consumidores, também já existe muita concorrência, não apenas entre pastelarias individuais, como também entre lanchonetes e lojas de fast-food.

Por isso, neste mercado, é importante oferecer ao consumidor alguma coisa melhor ou diferente.

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